“…e eu sou mesmo apaixonado por tudo, até pelo que detesto; e não, não sofro por isso. Apenas envolvo sentimento em tudo que vivo. Assim, tenho liberdade para brincar e sorrir de tudo isso…
…e eu ainda falo sozinho, ainda finjo que sou. Eu choro escondido, a seco… Falo de sentimentos com propriedade de um amante – da vida.. .
Ainda atuo seguindo o otimismo da vontade e o pessimismo da razão. Ainda me orgulho de minhas derrotas. Ainda prefiro a amizade: esse AMOR livre para amar.”
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